Nos últimos dois anos eu construí mais de dez produtos digitais — CRM, ERP, agentes de atendimento, sistemas de prospecção. Nenhum deles teria saído do papel no ritmo que saiu sem IA no processo.
Mas o ponto não é "usar IA". Todo mundo usa. O ponto é onde você coloca ela.
IA como mão de obra, não como brinquedo
A maioria das empresas usa IA para escrever legenda de post. Eu uso para:
- Atender: agentes que respondem WhatsApp e Instagram, qualificam o lead e agendam;
- Operar: rotinas que leem e-mail, organizam agenda e cobram pendência sozinhas;
- Produzir: sistemas que pesquisam, escrevem e publicam conteúdo de ponta a ponta.
A diferença é que, nesses casos, a IA não é um assistente do trabalho — ela é o trabalho. O humano entra no desenho do processo e na supervisão.
Por onde começar
Se você tem um negócio, não comece por tecnologia. Comece pela pergunta: qual tarefa repetitiva consome mais horas da minha equipe hoje?
É quase sempre uma dessas: responder as mesmas perguntas, digitar dado de um lugar para o outro, ou fazer follow-up que ninguém faz.
Cada uma delas tem solução hoje, com custo de software — não de folha de pagamento.
É esse tipo de sistema que eu construo. Se quiser conversar sobre o seu caso, me chama.
